terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A ORÇÃO QUE JESUS ENSINOU

Citaremos algumas das palavras que Ele ensinou "a correr épocas" como Ele mesmo o disse quando os discipulos pediram que os ensinase a orar.

A oração, ato intimo do coração, será sem dúvida sempre um dos pntos por onde deverá reavivamento de verdade e de vida; por isso devemos nos ocupar sem demora. É impossivel numa tradução apresentar seu estilo enérgico, e a força daquelas palavras que se formava, por assim dizer, de seus lábios, ma medida que falava; entretanto ensaia remos.

"Quando fizeres oração," dizia Ele, "faze-o com poucas palavras, porém com muitos pensamentos e afetos saídos do mais profundo de teu interior. Quando menos falares, melhor rogarás. Poucas palavras e muitos pensamentos constituem o cristão. Muitas palavras e poucos pensamentos constituem o incrédulo.

A oração exterior e do corpo, é de sussurro dos lábios, o palavrório sem fundamento, , que fere a vista e os ouvidos dos homens, porém a oração em espirito e em verdade, é o desejo intimo, o movimento, os suspiros, que saem das profundezas do coração. A primeira é a oração dos hipócritas e de todos que confiam em si mesmos. A segunda é a oração dos filhos de Deus, que vivem no seu temor...

Depois, chegando às primeiras palavras da oração do Senhor, "Pai nosso" assim se exprime: "Entre todos os nomes, não existe nenhum que nos disponha melhor para com Deus do que o nome do Pai. Não haveria para nós tanta ventura e consolação em chamá-lo Senhro, ou Deus, ou Juiz... A este nome de Pai as entranhas do Senhor se comovem, porque não voz mais amorosa e mais terna do a de um filho a seu pai.

"Que estás nos céus." Aquele que confessa que tem um pai que está nos céus, considera-se por conseguinte como abandonado sobre a terra. Daí vem a sentir em seu coração um desejo tão ardente como o de um filho que vive apartado de seu pai, em país estranho, na miséria e ana aflição. É como se disesse: Ai! de meu pai! Tu estás nos céus, e eu, teu miseravel filho, aqui sobre a terra longe de ti, rodeado de perigos, de necessidades e de tristezas.

"Santificado seja o teu nome". Aquele que é colérico ou invejose, ou maldizente, ou caluniador, deshonra o nome de Deus. Fazendo um uso impio do vaso que a Deus é consagrado, assemelha-se a um obreiro que se servisse do cálice para dar de beber a uma porca, ou para enchê-lo de esterco...

"Venha o teu reino". Aqueles que acumulam bens, que fazem construir templos magnificos, que buscam tudo o que o mundo pode dar, e pronunciar com os lábios esta oração, são semelhantes aos grandes festivais gospeis que ressoam nas igrejas sem que sintam nem saibam o que fazem...
Inda podemos falar das viagens internacionais, uns vão a Londres outros aos Estados Unidos, este constroi um templo aquele funda uma ONG, para alcançar o Reino de Deus; porém todos descuidam do ponto essencial que é formarem eles mesmos o seu Reino. Porque vais procurar o Reio de Deus além dos mares, quando deves encontrá-lo em teu próprio coração?!

"È uma coisa terrível" "ouvir-se fazer-se esta petição: "Seja feita a tua vontade!" Onde se vê fazer na igreja esta vontade de Deus?... Um pastor levanta-se contra outro, uma igreja contra outra igreja. Presbiteros, diáconos e membros se enfadam, combatem, guerreiam; não se vê senão discórdia em toda parte. E entretanto cada facção exclama que tem uma boa vontade e uma intenção reta; e desta maneira, em honra a glória de Deus fazem juntos uma obra do diabo.

"Por que dizemos "pão nosso" continuando esse estudo: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje?" É porque o pelo pão comum que os incrédulos comem e Deus dá a todos os homens; mas pelo pão que é nosso em razão de sermos filhos do Pai Celestial.

"E qual é esse o pão de Deus? É Jesus Cristo, Nosso Senhor: "Este é o pão que desce do céu para que o homem dele coma, e não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do cèu... as palavras que eu vos digo espirito e vida são (Jo 6.50-63). Portando, repare-se bem nisto, todas as pregações e todos os ensinos que não representam nem nos fazem conhecer a Jesus Cristo, não podem ser o pão quotidiano e o sustento de nossas almas...

De que serve que tenha sido preparado para nós um tal pão, se não nos dão, e por conseguinte não podemos saboreá-lo?... É como se houvesse preparado um esplêndido banquete e não aparecesse ninguém para repartir o pão, para levar os pratos, e para dar de beber, de sorte que os convidados devessem alimentar-se com a vista e com o cheiro... É preciso, portanto, pregar a Jesus Cristo só.

A Deus toda a Glória!!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

COMO JESUS TRATOU OS CAMBISTAS DO TEMPLO

Após ter sido batizado no rio Jordão, Jesus assistiu ao casamento em Caná, com seus discípulos. O casam,ento era familiar os que estavam envolvidos nele eram parentes de Jesus. Ali Jesus realizou seu primeiro milagre transformando a água em vinho, em resposta a fé de sua mãe, que lhe havia apresentado a necessidade da ocasião.


Imediatamente após, ele viajou a Jerusalém para o seu primeiro ato público - a purificação do templo - o que chamou tremenda atenção para sua missão.

Relatado em no evangelho de João capitulo 2, esse episódio provê interessante vislumbres sobre como Jesus tratava as pessoas. Por favor, note que o capítulo inicia com o casamento em Caná seguido pela purificação do templo, e então a entrevista com Nicodemos em João 3. A sequência é muito interessante. "Depois disto [isto é, o casamento em Caná] desceu ele para Cafarnaum, com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias. Estando proxima a páscoa dos Judeus, subiu para Jerusalém" (Jo 2.12,13).


No caminho para Jerusalém, Jesus viajou com uma grande multidão de pessoas. Porém, ele era tão pouco conhecido nesse periodo , que podia misturar-se com as pessoas, indo a Jerusalém simplesmente como qualquer outra pessoa. Pouco tempo depois, isso seria impossivel. Porém, agora você vê a Jesus indo de Cafarnaum a Jerusalém para a Páscoa simplesmente como um peregrino, conversando com as pessoas que estavam falando sobre o Messias que viria.

"E [jesus] encontro no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas e também os cambistas assentados; tendo feito um azorrague de cordas, expulsou a todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas, e disse aos que vendias aspombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu pai casa de negócio. Lembraram-se os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me consumirá". Jo 2.14-17.


O que é uma casa de negócio? Uma casa de negócio é onde você compra e vende. Uma casa de negócio é onde você obtém aquilo pelo qual você trabalhou. Uma casa de negócio é onde você obtém o que você merece, e você merece o você obteve! Uma casa de negocios é um lugar impróprio para uma igreja, pois uma igreja deve ser uma loja de dádivas -não o tipo de lugar onde você compra dádivas, mas onde você recebe dádivas. Ele não quer que sua igreja seja uma casa de negócios.


É por isso que Jesus, exatamente no primeiro dia de seu ministério público, fez algo tão chocante que - antes que o dia findasse - algumas pessoas já queriam matá-lo.

Ao considerarmos o que ele fez naquele dia, notemos os grupos de pessoas a quem ele falou. Havia mercadores que vendiam carneiros, bois, pombas. Havia cambistas que ajudavam as pessoas a comprar e vender, trocando o dinheiro. E havia líderes religiosos que serviam a Deus em beneficio pessoal.


Nos dias de Jesus, o cargo de sumo sacerdote era vendido por um milhão de dolares. Isto certamente não era o que Deus queria. Como o cargo conseguido por um milhão de dolares, frequentemente a pessoa que o comprava ficava tão endividada que precisava recuperar de alguma maneira seus recursos. Assim, fazia um acordo com os cambistas e com os compradores e vendedores. Ela recebia uma certa porcentagem nos negócios deles e pagava parte do empréstimo que tomar para tornar-se sumo sacerdote. estas coisas continuavam acontecendo nos dias de Jesus. Assim, a religião havia se tornado muito corrupta.


Então, vêm os discípulos. Jesus estava realemente chocado. Nesse ponto ele tinham aparentemente visto um quadro pouco louvável de Jesus. Eles quase poderiam terpartilhado com os meninos e meninas que cantam "Jesus escuta o rogar da criancinha na petição". Porém, naquele dia eles tremeram".


Não me diga que Jesus era pálido e macilento como os artistas frequentemente O pintam. Qualquer pessoa que tenha trabalhado em carpintaria sem ferramentas eletricas, cortando e esquadrejando madeira e fazendo tudo o mais a mão em muitos desenhos. Como ele levantou o chicote, as mangas devem ter permitido ver os braços muscolosos.


Isto, porém, não é o que mais impressionou as pessoas. Alguma coisa mais estava operando naquele dia. A divindade estava transparecendo através dele. Quando o barulho e a confusão deram lugar a um silêncio total e a medida que os olhos de um homem se moveram sobre a multidão, obviamente forças maiores estavam operando. Os discípulos ficaram surpresos quando viram isso acontecer.


Entretanto, precisamos relembrar que Jesus não estava numa atitude de gritos irados. Havia lágrimas em sua voz quando ele expressou sua pesada repreensão.

Um outro grupo no templo naquele dia era uma grande multidão - as vitimas dos sacerdotes e daqueles que serviam a Deus em beneficio próprio. A primeira vista, isto poderia parecer que Jesus limpou o templo basicamente para expulsar os ladrões. Mas a verdade é que ele limpou o templo para acomodar os pobres, os doentes, os temerosos, os cegos e desencorajados. A purificação do templo foi para beneficio da multuidão.


Para eles tinha sido vendida uma enorme quantidade de objetos. Eles eram pessoas que haviam desenvolvido a idéia de que você trabalha para sombra - estava um homem. Um homem homem solitário. Ele era um dos líderes religiosos - um membro do sinédrio. Ele permaneceu ali observando e ficou impressionado. Nicodemos viu os mercadores sairem:viu os cambistas sairem. Viu as mesas tombarem. Ele sentiu o inexplicável poder emanando da pessoa de Jesus. Ele viu as lágrimas; ele ouviu a voz que soou e chocou. Ele ouviu os gristos de Hosana. Ele viu a cura do doente. Ele observou tudo isso, das sombras. Aparentem,ente, ele não correu com os outros. Apenas observou.


E ele disse a si mesmo. Eu preciso ter uma conversa com esse homem. Aqui tem alguma coisa que não tem explicação pelo raciocinio humano. Asso em João 3, você vê Nicodemos vindo a Jesus diretamewnte como resultado de sua purificação do templo. Nicodemos veio por si mesmo, para ouvir sobre o dom da salvação.


Mas agora chegamos a uma enigma - um problema. Jesus queria que o templo fosse uma casa de oração. Ele não queria que fosse uma casa de negócios. Porém, o último livro de Báblia fala de comprar ouro provado no fogo, vestes brancas e colírio. O próprio Jesus, em outras parábolas, diz que deveríamos comprar, porque vendemos tudo para conseguir a pérola ; deveríamos vender tudo para obtermos o tesouro escondido no campa. Sobre o que está ele falando?


Bem, uma coisa uma coisa nós sabemos é que Ele não está falando sobre ouro e prata. Ouro não é nada do céu. É com isso que estão calçadas as ruas do Céu! O coemércio do Céu e vender tudo o que nós somos ou pensamos que somos - tudo que nós temos ou pensamos que temos. Isto é reconhecer nossa própria pobreza e estarmo0s dispostos a nmos livrar de nossa autodependência. E via a Jesus e aceitar suas dpadivas. é assim que o comércio funciona.


Quando Jesus disse para vendermos tudo e comprarr o campo, o que ele estava realmente dizendo era: desfaça-se de si mesmo - desfaça-se da idéia de que você pode conseguir isso. Se você é rico, não, não confie em suas riquezas. Se você é inteligente ou talentoso ou de boa aparência, não confie nessas vantagens. Por admitirmos nossa incapacidade em produzir justiça e por nos submetermos completamente a seu controle, agimos no comércio de Céu.


Confiar em Deus é provavelmente uma das melhores ddfinições que nós podemos encontrar para tão frequentemente usada palavra cristã entrega. Confiar envolve depender de outro, em vez de depender de si mesmo. Porém, entrega, não é sempre fácil. Às vezes vezes, tentamos tanto desistir de nós mesmos que nos tornamos mais semelhantes a nós mesmos. Esquecemo-nos de que somente Jesus pode realizar essa obra. Isso é uma dádiva. fazer o seu caminho para o Céu a idéia que você compra cordeiro e compra pombos, quando o Cordeiro está livre e o Pombo também.


Na multidão havia pessoas pobres que não podiam comprar um cordeiro e acabariam passando a noite acordadas olhando para o teto, questionando se elas jamais conseguiriam entrar no reino eterno. Se a relegião fosse uma coisa que o dinheiro pudesse comprar, o rico viveria e o pobre morreria.


Então havia pessoas capazes que tinham os recursos o o rico que podia produzir o necessário para conseguir bom conceito no templo. ELes dormiam bem à noite porque tinham segurança. Porém, era uma segurança falsa, baseada naquilo que eles faziam para ganhar o favor de Deus. De alguma maneira, mais cedo ou mais tarde, Deus teria que acordá-los para essa grande decepção.


Jesus queria reeducar as pessoas que vinham a Jerusalém apenas para a festa e então voltavam. Ele queria alcançar aqueles que não tinham qualquer segurança e aqueles que tinham uma falsa seguranção. Assim, Ele expulsou os ladrões.


Conforme Mateus, ele disse: "...Fazeis dela [a casa de Meu Pai] um covil de ladrões!" (vide Mt 2.13). As pessoas não estavam apenas roubando dinheiro, elas estavam roubando a glória de Deus, a paz das pessoas e a segurança dos incapacitados, Jesus as expulsou.


Note, porém, que a multidão entrou, em vez de fugir co os cambistas, os sacerdotes e rabinos. E a confusão de casa de negócio foi substituída pelos sonss de louvor e adoração do doente que havia sido curado. Meninos e meninas, sentindo-se bem agora, uniram-se em brados de louvores a Ele.

Mesmo hoje as pessoas podem gritar e se portar como tolas e loucas em jogo de futebol ou num estádio, e todos consideram isto normal. Porém, se alguém gritar "Amém ou Aleluia" na igreja, é considerado anormal. Assim quando os administradores e os cambistas que haviam saído do templo finalmente se acamaram, recuperaram a coragem e voltaram para o templo. Eles ouviram o som de louvor, em vez do som de uma casda de negócio. E ficaram perturbados. Eles se sentiam muito mais confortáveis com o som de uma casa de negócios, do que com o som de louvor a Deus.


A boa nova, porém, é que Jesus não odiou os ladrões, Jesus não foi là fora para pegálos. Ele amava os mercadores e amava os cambistas. Ele amava os líderes religiosos. Mais tarde, Ele iria às festas com eles. Ele assitiria à reunião de coletores de impostos. Ele ficaria lado a lado com sacedotes e administradores (escribas). Jesus apiedo-se de todos eles por terem tanto temor e tanta ignorância. Ele desejava alcançá-los com se amor, bem como ministrar à multidão.


Uma coisa aconteceu naquele dia, que geralmente não é incluída nessa história. Na multidão talvéz atrás de um dos pilares, permanecendo ali na sombra - estava um homem. Um homem solitário. Ele era um dos líderes religiosos - um membro do sinédrio. Ele permaneceu ali observando e ficou impressionado. Nicodemos viu os mercadores sairem, viu os cambistas sairem. Viu as mesas tombarem. Ele sentiu o inexplicável poder emanando da pessoa de Jesus. Ele viu as lágrimas, ele ouviu a voz que soou e chocou. Ele ouviu os gritos de hosana. Ele viu a cura do doente. Ele observou tudo isso das sombras. Aparentemente, ele não correu com os outros. Apenas observou.


E ele disse a si mesmo: Eu preciso ter uma conversa com esse homem. Aqui tem alguma coisa que não tem explicação pelo raciocinio humano. Assim em João 3, você vê Nicodemos vindo a Jesus diretamente como resultado de sua purificação do templo. Nicodemos veio por si mesmo, para ouvir sobre o dom da salvação.


Mas agora chegamos a um enigma - um problema. Jesus queria que o templo fosse uma casa de oração. Ele não queria que fosse uma casa de negócios. Porém o último livro da Bíblia fala de comprar ouro provado no fogo, vestes brancas e colirio. O próprio Jesus em outras parábolas, diz que deveríamos comprar, porque vendemos tudo para conseguir a pérola; deveríamos vender tudo para obtermos o tesouro escondido no campo. Sobre o que está ele falando?


Bem, uma coisa que nós sabemos é que Ele não está falando sobre ouro e prata. Ouro não é nada no Céu. É com isso que estão calçadas as ruas do Céu! O comércio do Céu é vender tudo o que nós somos ou pensamos que somos - tudo que nós temos ou pensamos que temos. Isto é reconhecer nossa própria pobreza e estarmos dispostos a nos livrar de nossa autodependência. E vir a Jesus e aceitar suas dádivas. É assim que o comércio funciona.


Quando Jesus nos disse para vendermos tudo e comprar o campo, o que ele estava realmente dizendo era: desfaça-se de si mesmo - desfaça-se da idéia de que você pode vonseguir isso. Se você é rico, não confie em suas riquezas. Se você é inteligente ou talentoso ou de boa aparência, não confir nessas vantagens. Por admitirtmos nossa incapacidade em produzir justiça e por nos submetermos completamente a Seu controle, agimos no comércio do Céu.


Confiar em Deus é provavelmente uma das melhores definições que nós podemos encontrar para a tão frequentemente usada palavra cristã entrega. Confiar envolve depender de outro, em vez de depender de si mesmo. Porém, entrega, não é sempre fácil. Às vezes, tentamos tanto desistir de nós mesmos que nos tornamos mais semelhantes a nós mesmos. Esquecemo-nos de que somente Jesus pode realizar essa obra. Isso é uma dádiva.


A fé é uma dádiva. O amor, é uma dádiva. As vestes brancas são uma dádiva. O arrependimento é uma dádiva. A obediência é uma dádiva. A vitória é uma dádiva. A Pomba, ou Espírito Santo, é uma dádiva - que traz todas as outras bênçãos n a Sua bagagem. O Cordeiro é uma dádiva - o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E a entrega é uma dádiva.


Há alguma coisa a mais que deveríamos notar nesta história. Quando falamos do Espírito Santo, quando falamos da obra que Deus está fazendo em nosso coração, estamos relembrando uma grande verdade ensinada pela purificação do templo. Jesus estava anunciando ali Sua missão como o Messias e introduzindo Sua obra, não apenas para salvar as pessoas para sempre, mas para cumprir o propósito de que cada ser criado deveria ser uma um templo para a habitação do Criador.


Por causa do pecado, a humanidade temn deixado de ser um templo para Deus. Escurecido e deformado pelo al, o coração do homem não mais revelou a glória do Divino. O pátio do templo em Jerusalém, lotado com o tráfico profano, representava verdadeiramente o templo do coração, lesado pela presença da paixão sensual e idéias e pensamentos não santificados. Limpando o templo dos compradores e vendedores do mundo, Jesus anunciou Sua missçao de limpar o coração das lesões do pecado, dos desejos terrenos, da cobiça egoísta. dos hábitos maus que corrompem a alma.


Você ja descobriu que ninguém pode por si mesmo lançar fora o mla que tem tomado posse do coração? Você já descobriu que somente Cristo pode limpar o templo da alma? Porém, Ele não forçará a entrada. Ele não entra no coração como Ele entro no templo no passado. Em vez disso Ele diz: "Eis que estou à porta e bato". Ap 3.20.


Ele convida você a ceitá-lo, não somente como o Cordeiro de Deus, mas como o Sumo Sacerdote no Céu, que pode ser tocado com o sentimento das nossas fraquezas e foi em todos os pontos tentado como nós somos. Ele o convida a vir corajosamente diante do trona de graça,para que você possa obter misericórdia e encontrar graça para ajudar nos tempos de necessidade (vide Hebreus 4.15,16). Todo o poder no Céu e na Terra reside na pessoa de Jesus Cristo. Sem Ele, ninguém pode esperar ter sucesso, porém com Ele o fracasso é impossivel.


Todos exaltem o podem do nome de Jesus!

Que os anjos se prostrem diante dEle.




domingo, 3 de abril de 2011

MORTE NA PANELA

Voltou Eliseu para Gilgal. Havia fome naquela terra e, estando os discípulos dos profetas assentados diante dele, disse so seu moço: Põe a panela grande ao lume e faze um cozinhado para os discípulos dos profetas. Então, saiu um ao campo a apanhar ervas e achou uma trepadeira sivestre: e, colhendo dela, encheu a sua capa de colocintidas; voltou e cortou-as em pedaços, pondo-os na panela, visto que não as conheciam. Depois, deram de comer aos homens. Enquanto comiam do cozinhado eclamaram: Morte na panela, ó homem de Deus! E não puderam comer. Porém ele disse: Trazei farinha. Ele a deitou na panela e disse: Tira de comer para o povo. E já não havia mal nenhum na panela. 2Reis 4.38-41.

Esse texto é tremendo!! É uma narrativa de Eliseu com seus discípulos. Quero trazer esse lindo relato para a realidade da Igreja de Cristo hoje.
O primeiro ponto que eu quero abordar é o significado da PANELA. Ela é o lugar que você vai quando está com fome. Se eu estou com fome, é obvio que eu vou a fonte que vai suprir a minha necessidade.
O periodo desse texto é um periodo de escassez. Chega uma hora que Eliseu no papel de pastor, - trazendo para os dias de hoje - percebe a fome de seus discípulos e precisa fazer algo para saciar seus "filhos". Eliseu, dealguma forma precisava demonstrar a sua fé, apesar de saber que não tinha nada para eles comerem. A atitude de Eliseu é tremenda ele se preocupa com seus discípulos, ele tenta fazer algo para suprir a necessidades deles. Além disso, Eliseu pega uma panela GRANDE. Geralmente em momentos de crise, ficamos incrédulos e, talvez, se estivéssemos no lugar dele, pegaríamos uma pequena panela - uma panelinha. A primeira frase que eu tiro como lição desse texto é: Deus quer que eu pegue a panela GRANDE em meio à crise, porque é nessa hora que Ele quer me encher e me encher muito.
Eliseu manda um de seus discípulos ir ao campo a fim de encontrar algo para comer. O seu discípulo em vez de colher a trepadeira sivestre, colheu as Calocintidas. Calma! Não se assuste! Eu vou explicar:
Trepadeira silvestre: são plantas naturais que resistem a seca. Chovendo ou não ela consegue sobreviver. É resistente. E serviria como alimento.
Colocintidas: era um veneno muito forte.
O discípulo sem saber enche a panela com o veneno. Sabe o que acontece? MORTE NA PANELA!
Esse é o retrato da Igreja de Cristo nos nossos dias. As pessoas estão com fome, com sede e vão até a fonte tentar se saciar, porém em vez de encotrarem Trepadeiras Silvestres encontram Colocintidas. Em vez de encontrarem comida, encontram veneno. Tudo bem, não quero generalizar. Mas o cenário evangélico hoje, a Igreja de Jesus, que sou eu e você, não está saciando a fome dos perdidos e dos feridos que chegam. A comida pode ter uma boa aparência, mas é veneno. Precisamos voltar à realidade da Palavra e oferecer comida de verdade ao povo que está faminto.
Morte na panela quer dizer morte na fonte! O lugar que deveria brotar vida, tem brotado morte.
O mundo clama: "Existe morte". E eu e você somos aqueles que atenderão a ese chamado.
Sabe o que é mais interessante nisso tudo? Foi que Eliseu tirou toda a glória e toda honra de si. Você percebeu o que ele mandou trazer? Não? Eu te digo: FARINHA! A farinha é a representação do pão que desceu do céu: Jesus Cristo. Ele foi o alimento que deu vida. Eliseu atribuiu o milagre a Ele. "E já não havia mal nenhum na panela".
Jesus Cristo é o único que tira a morte da panela e dá vida! As pessoas estão morrendo porque a comida oferecida é desprovida do Autor da vida. A real Palavra mata a fome da minha alma e do meu espirito.
Ainha e a sua igreja será sempre uma panela. E eu e você homens de Deus, somos responsáveis por derramar esa farinha e levar vida às pessoas.
Eu sou um instrumento de vida. Que aquilo que ministramos possa ser sempre Trepadeiras Silvestres e que em nossa panela nunca haja morte.



segunda-feira, 4 de outubro de 2010

CHAMADO PARA A AÇÃO

Texto Bíblico: Esdras 1.1; 2.70

Introdução

Deus está no comando. Quando o seu povo estava completando setenta anos de cativeiro, Deus conduziu as profecias de Jeremias aos ouvidos do Ciro, rei da Pérsia, que, por sua vez fez uma proclamação que transformaria o curso da história do povo de Deus. Deus usara os gentios para expulsar o seu povo de sua terra; agora, Ele usaria também um gentio para fazê-los retornar.

I. Quando Um Governador Fala (Esdras 1.1-4

Quando o poderoso exército de Nabucodonosor marchara sobre Jerusalém, no ano 605 a.C., o povo de Deus estivera sob o jugo da Babilônia e mais tarde, da Pérsia. O cativeiro da Babilônia foi muito mais rigoroso do que o do Medo-Persa. A filosofia persa era de bondade para com os povos cativos, permitindo que adorassem a quem quisessem e que se ocupassem de muitas das suas atividades sociais. Ciro tornou-se o instrumento de Deus, permitindo que voltassem para a sua terra natal e que reconstruissem o seu lugar de cultos novamente.
As leis pronunciadas pelos governantes foram para a bem do povo de Deus. Em Romanos 13.1-3, recebemos a ordem:"Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus;e as autoridades que existem foram por ele instituidas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus, e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e sim, quando se faz o mal". O apóstolo Paulo prossegue aconselhando-nos a pagar tributos, impostos, a temer o governo e honrar aqueles que devem ser honrados.
Em 1 Pedro 2.13 e 14, o crente enfrenta ordem semelhante em elação ao seu governo: "Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor+ quer seja ao rei, como soberano; quer às autoridades como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores, como para louvor dos que praticam o bem".
O cristão não necessita obedecer ao governo quando este lhe pede para fazer coisas contrárias à Palavra de Deus escrita. Em Atos 4, Pedro e João foram chamados para prestar contas por causa do que ensinavam e, finalmente, receberam ordens de não falar mais no nome de Jesus. Nos versículos 19 e 20, eles responderam: "Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outro do que a Deus;pois nós não podemos deixar de falar das cousas que vimos e ouvimos". Mas em questão comuns como o pagamento de impostos, alfândega, licenciamentos ou leis de trânsito, os crentes devem ficar sujeitos à autoridade do país.
Em 1 Timóteo 2.1-8, encontramos mais uma advertência para os crentes, referente ao governo. Os homens são aconselhados a fazer "suplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade", para poder viver "vida tranquila e mansa com toda piedade e respeito".
Os crentes têm ordem de serem obedientes, mas também de dar apoio aos reis e aos que se acham em posição de autoridade, orando por eles.
O maior instrumento que um crente tem para operar mudanças no governo é a oração. Quando um crente vai a Deus que é o Criador de cada nação sobre a face da terra, está falando com Aquele que é capaz de mudar o governo. Primeira timóteo 2.1 revela que os homens devem fazer súplicas, orações, intercessões e ações de graças pelos governadores. A palavra súplica vem de uma palavra grega que significa "rogar" ou "gritar" com fervor pedindo misericórdia e ajuda. Nossa tendência é ficarmos zangados ou desapontados com o governo e nos queixamos dele em lugar de buscar o Senhor em intercessão.
Devemos acabar com a idéia de que Deus não está no controle do governo ou que nenhum governo da terra é bom. Nossa responsabilidade é, em primeiro lugar, orar e, então, obedecer.
Ciro era o rei supremo. Os judeus eram escravos e ainda assim Ciro tornou-se instrumento de Deus para sua liberdade. Sua proclamação foi feita com cuidado e consideração. Primeiro foi proclamada em toda as províncias do seu reino e, então, foi registrada. Ele preocupou-se em que não fosse mal-interpretada e que não ficasse desconhecida (Ed 1.1).
Depois, Ciro deu glória a Deus pelo que ia acontecer. Tornou claro que Deus o incumbira da responsabilidade de edificar a casa de Deus em Jerusalém. Como gentio e governante, foi um instrumento nas mãos de Deus e porta-voz de Deus para o povo de Deus.
Ele convocou voluntários para irem a Jerusalém e reconstruir o Templo. Percebendo que nem todos queriam ir, ele tornou claro que aqueles que ficassem na Pérsia teriam de ajudar aqueles que estavam prontos a iniciar a árdua viagem de centenas de quilômetros a uma terra cheia de inimigos e uma cidade destruída, a fim de fazer a obra de Deus. Teriam de contribuir com prata, ouro, mantimentos e animais, fazendo uma oferta de livre e espontânea vontade para a construção do templo. Lembre-se que estas ordens incisivas vieram de um rei gentio, não de um sumo-sacerdote (Pastor-Presidente) ou dos líderes religiosos daquele tempo.

II. Voluntários (Esdras 1.5-11).

Deus sempre chama voluntários para sua obra. Ele não obrigou que cem por cento do seu povo se envolvessem na obra da reconstrução do Templo. Somente aqueles que eram sensíveis ao Espírito de Deus (v.5) reagiram à convocação de Ciro para irem a Jerusalém.
Dentro de nossas igrejas, hoje em dia, existem homens e mulheres que deveriam voluntariamente atender ao chamamento de Deus para a obra cristã, em casa e nos campos missionários ao redor do mundo. Ninguém é chamado para descansar, mas para lutar. É necessário armar a tenda no campo de liuta, não no paraíso. Temos que cumprir a tarefa da grande Comissão como uma tarefa, um trabalho, um programa, um dever, um instrumento, um grande esforço.
Missões internacionais sob o comando de Cristo é um mobilização para enfrentar dificuldades e conflito. Alguns são culpados de preguiça e falta de compromisso. Um comunista militante disse a um cristão: "Creia-me, nós ganharemos. Estamos pronto a sacrificar tudo até nossas vidas, mas vocês cristãos, têm medo até de sujar as mãos".
Dizemos que estamos prontos a sermos dedicados, submissos e consagrados ao encantador Senhor Jesus Cristo, para vivermos uma bela vida, bem-comportada, mas não para sofrer o opróbrio e enfrentar a luta indo s um país estranho para realizar a obra de Deus a qualquer preço. Somos iguais aos homens de Efraim que "embora armados de arcos bateram em retirada no dia do combate" (Sl 78.9). Temos uma fé anêmica. A inércia nos para em nossa caminhada.
Fala-se que o general Douglas MacArtur tinha nascido para a batalha. Ele não era um general de gabinete. Ele sabia o que fazer, mas também o realizava. Nós cristão ficamos sentados cantando hinos missionários, escrevemos livros, fazemos filmes e despachamos memorandos, enquanto agitamos bandeiras com os dizeres: Temos história para contarm,as deixamos de nós mesmos nos oferecer voluntariamente para o trabalho missionário. Que Deus fale aos nossos corações sobre a necessidade de nossa geração como ele falou aos corações daqueles que viveram no tempo de Ciro.
Igualmente nós enviamos missionários que oferecem suas vidas, deixando a comodidade do, lar para exercerem um ministério em terras longínquas. Eles são sustentados com o dinheiro de pessoas que ficam em casa trabalhando. Cada filho de Deus deveria fazer as coisas para as quais tem mais capacidade. Esta maravilhosa disposição permite que cada um se encaixe em seu lugarzinho particular dentro do plano de Deus.

A Deus toda glória!!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O TEMPO DO RETORNO

A Reconstrução Necessária ( Esd. 2.64-70)

Vamos iniciar um estudo no livro de Esdras sobre restauração e reconstrução visando tirar algumas lições para nossa vida espiritual.

Umas das coisas mais dificeis para o ser humano é o recomeço. Quando pela primeira vez se constroi algo, seja um objeto, um trabalho de arte, uma obra literaria, ou meso um relacionamento, o primeiro início é sempre desafiante e estimulante. Olhando o planejamento do amanhã, o ser humano, geralmente se entusiasma para realizá-lo

Entretanto, se por qualquer motivo somos obrigados a refazer tais caminhos, o desânimo chega, o cansaço se apossa de nós, e o sentimento de frustração toma conta do nosso coração por reconhecermos que tudo aquilo que já foi feito se perdeu. Tal sentimento se torna mais deprimente, ainda, quando lembramos dos motivos negativos que nos levaram à primeira perda. Pensem, então, o sentimento que deveria sentir o coração dos líderes em Israel. Os mais velhos que, por certo, reconheciam a história do primeiro templo, tendo inclusive, visto algo dele, ou mesmo escutado de seus pais a narrativa de sua beleza e grandeza, como deveriam se sentir agora que viam tudo por ser refeito e diante de enormes dificuldades que não existiram por ocasião da primeira construção? Mas, não foi isto que aconteceu. A Bíblia nos fala a reação desses líderes positiva e firme: "E alguns dos chefes dos pais, vindo à casa do Senhor, que havita em Jerusalém, deram voluntárias ofertas para a casa de Deus para a fundarem no seu lugar" (Esd. 2.68).

Muitas vezes, em nossa vida, estamos diante de situações assim. O povo de Deus, de seu passado tão distante, nos ensina uma lição. Não podemos fraquejar. Se Deus nos oferece novamente a oportunidade de prosseguir, o que devemos fazer é aceitar o desafio e prosseguir com muita disposição e certeza de estar no centro da vontade divina. Tentar novamente, pois se o Senhor nos deu a nova chance é porque tem novos planos para mim e para você. E, de certa forma confia em nós. Não podemos decepcionar aquele que tem traçado grandes planos para nós, mesmo diante de dificuldades que, aos nossos olhos, são dificeis de serem transpostas. Com Deus ao nosso lado faremos proezas como o fez o povo dele no passado bíblico.

Vidas Dedicadas no Altar (Esd. 3.1-7)


Depois de sete meses de chegado, o povo se espalhou pela terra e, em razão da natural necesidade material de um espaço para moradia, buscam contruir as suas casas ocupando a terra.

Logo, a necessidade de busca espiritual vai chegar também e um dos líderes, Jesua, componente do grupo sacerdotal, juntamente com seus irmãos levitas, volta-se para esta carência e dá começo à contrução do altar de sacrifícios. Interessante observar que, tal como no início da formação do povo com Abraão e Jacó, a contrução de altares para dedicação ao Senhor se tornou uma tradição religiosa. O povo agora, depois de cinco séculos de monarquia e setenta de exílio, não tinha templo nem tabernáculo, mas sentia a necessidade de consagrar suas vidas ao Senhor. Isto vai ser feito como podemos ler nos textos a seguir. Além de construirem o altar, iniciaram a celebrar junto a ele os cultos diários pela manhã e pela tarde, bem como as festas religiosas instituídas pelo calendário mosaico como, por exemplo, a Festa dos Tabernáculos: "E firmaram o altar sobre as suas bases, porque o terror estava sobre eles, por causa dos povos da terra, e ofereceram sobre ele holocaustos ao Senhor, holocaustos de manhã e de noite" (Ed 3.3).

É importante observar este fato. Antes do tabernáculo (que não seria mais construído, mas provavelemente eles poderiam tê-lo feito), antes do templo (que só muito mais tarde construiriam), eles sentiram a necessidade de se colocarem diante de Deus com suas vidas. O altar significava extamente isto: oferta, confissão, entrega. O povo de deus sentia a necessidade de colocar-se diante do Pai em inteireza e integridade de vida. Será que nos dias de hoje ainda estamos procedendo assim? A igreja de Cristo hoje estará procedendo desta maneira?

Ou qem sabe, estamos muito formais, muito cerimoniosos, muito rituais? Estamos em busca de coisas aparentes apenas. Antes de chegar ao templo, lembremos, precisamos consagrar nossa vida ao Senhor.

O Culto no seu Devido Lugar (Ed 3.8-13)


Pode ser que alguns estejam perguntando por que esta preocupação com a construção do templo de Deus quando, no momento presente, lhes era muito mais necessária a construção de suas casas? Ocupando os espaços na terra que ficara vazia por longo tempo, eles demarcavam suas estacas e definiam suas fronteiras diante dos povos adversários que não estavam vendo com bons bons olhos a volta do povo de Deus. Jerusalém ficava muito ao centro da Terra Prometida e se circunscrevia praticamente ao contorno do Monte Sião. Se eles se conscentrassem apenas nesta região, a ocupação seria muito restrita e propiciaria, por certo, mais fácil oposição dos inimigos. Assim, era melhor mesmo, sob o ponto de vista estratégico, que se distribuíssem pela terra e não pensassem por ora, em reconstruir o templo em Jerusalém.

Mas não é isto que vai acontecer. Embora a contrução vá se retardar mesmo, o fato é que, logo no começo do retorno, a liderança de Israel, e mesmo o povo que havia retornado, sentiu a necessidade de colocar o culto a Deus no seu devido lugar. Não construíram um tabernáculo movel como no passado mosaico, nem mesmo sinagogas como aprenderam a fazer no exílio babilônico. Eles queriam ver, novamente, a casa de Deus, o lugar do culto ao Senhor, por isso, "E, no segundo ano da sua vinda à Casa de Deus, em Jerusalém, no segundo mês, começaram Zorobabel, filho deSealtiel, e Jesus, filho de Jozadaque, e os outros seus irmão, os sacerdotes e os levitas da idade de vinte anos e daí pata cima, para que aviassem a obra da casa do Senhor" (Ed 3.8).

É interessante notar o grau de urgência que eles consagraram à obra. O verbo utilizado exprime urgência, pressa, rapidez. Eles precisavam o quanto antes, "aviar" a obra. Isto vai demorar. Os profetas Ageu e Zacarias vão precisar quase vinte anos depois, conclamar o povo o término da obra, mas o o fato é que no momento preciso eles sentiram a responsabilidade da urgência da missão a realizar.

A Deus toda Glória!


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O ENCONTRO DO CHICOTE


O grande e suntuoso templo em Jerusalém era cercado de pátios, áreas cobertas e descobertas, pérgolas, jardins, corredores, etc. Jesus conhecia isso tudo muito bem. No minimo uma vez por ano, desde os doze anos de idade, ele palmilhava todos esses recantos, que deveriam ser sagrados.
Acontece que durante as festas religiosa que ali se realizavam, especialmente por ocasião da Páscoa, todos os espaços disponíveis eram ocupados por vendedores e cambistas, Os adoradores que vinha, de fora da cidade, de outras províncias e de outros países, precisavam comprar os animais que quisessem oferecer em sacrifício, o incenso que quisessem queimar, especiarias, etc. Muitos traziam moedas estrangeiras que precisavam ser trocadas, ou prata e ouro, que precisavam ser pesados e avaliados. Era o trabalho dos cambistas.
Podemos Imaginar o aspecto de mercado, o vozerio dos que gritavam oferecendo suas mercadorias, o palavreado dos que reclamavam dos preços, o mugido dos bois, o balido das ovelhas, o arrrulhar das pombas, o mau cheiro das fezes de todos esses animais e o olhar faiscante dos vendedores gananciosos, querendo tirar o máximo proveito nos poucos dias de festa.
O filho de Deus não suportou a baderna que faziam na casa de seu Pai. Preparou um chicote de cordas. Enquanto preparava esse azorrague, o seu coração era tomado pelo "zelo da casa"; a sua face se enrubecia, os seus músculos se enrijeciam, os seus olhos queimavam os outros olhares e ele se tornou, em poucos minitos, um gladiador invencível.
Comelou a brandir o chicote sobre os vendilhões do templo, a abrir gaiolas e cercados, soltando os animais, expulsando os negociantes, virando as mesas dos cambistas, derramando pelo chão o dinheiro... realizando uma grande operação de limpeza e purificação no templo. Foi um espetáculo à parte. Leia João 2.13-22.
Este foi um encontro diferente. Foi o encontro do chicote. Teria alguém saído com as costas marcadas pelo azorrague feito e usado por Jesus? Teria alguém aprendido a lição? Certamente podemos ouvir alguns negociantes dizendo: Nós dávamos uma parte dos lucros para o caixa do templo; e outros reclamando: Nós pagamos aluguel pelo espaço ocupado. Era a desculp dos transgressores acorbertados pelos sacerdotes.
Este acontecimeto no ministério de Jesus assemelha-se ao quadro que vemos hoje por ocasião de grandes ajuntamentos religiosos em festas, comemorações, congressos, Escolas Bíblicas, confraternizações, convenções, etc. Ainda hoje a coisa se repete. São barracas, bancas e mesas por toda parte, vendendo alguma coisa ao lado do templo, ou em centros de eventos enquando se realiza o culto. Algumas igrejas ainda fazem quermesses, leilões, rifas, flamulas, chaveiros, etc., etc., como meio de levantar recursos para missões, evangelismo, construção de templos, casa pastoral, novo instrumento musical e outras coisas. Estaremos necessitando de uma visita de Jesus de chicote na mão?
Se o povo de Deus se santificar e aprender a dar as suas contribuições, colocando o que são e o que têm no altar da consagração, não haverá falta de recursos para tudo o que esse povo de Deus quiser fazer para honra e glória de Seu nome.

D Deus toda Glória!!!

sábado, 21 de fevereiro de 2009


Estamos em construçao em breve estaremos online